TAG - Skoob: Minha Estante Virtual

dezembro 05, 2012



1- Quantos livros lidos você tem na sua aba "Lido" no Skoob?
 Tenho 226, mas tem alguns livros que li durante a escola que, infelizmente, me esqueci dos nomes, ou seja, e existem 'revistas' aí no meio. Então. É.

2- Qual livro você está lendo?
 Não coloquei lá, mas tô lendo "O Diário de John Winchester" ( quase terminando ), A Princesa na Balada ( quando quero esfriar a cabeça, tô no começo ainda.) e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban ( no começo também).

3- Quantos livros tem na sua aba "Vai ler"?
 Tem 438. Mas quero ler muito mais, e talvez eu nem vá ter a oportunidade de ler todos ( sempre acrescento mais a essa lista a cada dia).

4- Você está relendo algum livro? Qual é?
 Não.

5- Quantos livros você já abandonou? Quais são eles?
Abandonei 6 livros.
Midnight Sun - não tenho paciência pra ler no computador, e não é o "livro" todo.
Os homens são de Marte e Mulheres são de Vênus - Tava gostando, mas a leitura ficou repetitiva e cansativa, parei ( até troquei esse livro).
Amor de Perdição - Não consegui me conectar com a história, parei ( troquei também).
A escrava Isaura - Não dei oportunidade, talvez eu leia em algum momento.
Iracema - Não consegui acompanhar. Parei.
Brás, Bexiga e Barra Funda - Laranja da China - Me entediei, parei.


6- Quantas resenhas você tem cadastradas no skoob?
 Tenho 8, mas as considero péssimas, nunca reservo um tempo para resenhar os livros.

7- Quantos livros você tem avaliado na sua lista?
168.

8- Na aba "Favoritos", quantos livros você tem registrados? Cite alguns.
Tenho 10.
Coisas Frágeis 2 - Neil Gaiman
Eu Sou o Mensageiro - Markus Zusak 
... entre outros.

9-Quantos livros você tem na aba "Tenho"?
Tenho 226 livros. E mais alguns que não achei no skoob.

10 - Quantos livros você tem nos desejados?
44 livros.

11- Quantos livros emprestados no momento? Quais?
Registrado 3, por fora, 4. 7 no total.
 Feios 
 Gênesis
 Eu sou o Mensageiro
 Silêncio
 Crescendo
 Stardust 
 Fanthy

12- Você quer trocar algum livro? Quais são?
Sim, registrado são 29 livros para troca.
 Ah, olha lá...

13- Na aba "Metas", quantos livros você tem marcados? Cumpriu essa meta?
Tem 60 livros.
 Ainda não, li 43, mas, honestamente, acho que não consigo completar esse ano.

14- Qual o número do seu paginômetro?
49.306

15- Qual o link do teu perfil no Skoob?
 Elania, aí. Siguam-me. \o 

--


O Rodrigo Santos que me indicou pra fazer essa tag ( deliciosa, rs) *-*

O tempo, tempo, esse tempo.

outubro 30, 2012


 Os olhos impregnados da tua imagem, do teu ser, do teu cheiro. A vida pacata cheia de tu. Tu. Tu.
Eu passeei pelas frestras do teu corpo e me esqueci dentro. Deixei a carne crua das minhas coxas tremerem na tua presença. Me queimei.
 E então o tempo veio e me empertigou. Fez o vento criar-te entre ele e levá-lo pra longe.
 Ainda escuto tua voz.
 Ainda vejo tua silhueta.
 Mas nada nela me atrai agora, nada no som profundo, nada no sussurro interno, nada me atrai.
 Nem o teu sorriso...

Detalhes só meus

junho 07, 2012


A cabeça estava em outros tantos lugares enquanto o vento frio e forte batia em meus cabelos em todos aqueles fins de semana que eu não te via. Eu comecei a te enxergar em cada canto que eu virava o olhar, mas parei por ali, bem ali no meio.
 Eu deveria citar teu nome aqui, porque isso é quase como uma carta, uma carta de uma talvez despedida, não de vez, sabe. Eu estive apagando minhas mensagens antigas, das quase 800 ficaram menos de 70 e menos de nove são suas, são daquele tempo que eu nem sequer imaginava que seria rejeitada umas trocentas vezes por ti, foi daquele tempo que você disse que tinha me dado uma chance e eu não enxerguei, foi na beirada da metade do tempo em que você me deu uma segunda chance e eu não vi ela, de novo. Foi culpa minha tudo isso?
 Agora, eu estou quite com as lágrimas guardadas, com as tentativas furadas, com os acordes mal feitos, com as noites mal dormidas, ou os sonhos quase perfeitos, estou quite com meu coração, com o espelho, com meu ser.
 Mas hoje, só hoje, quero olhar pra você e ouvir você dizer um não, um não tão forte que eu pulasse pra fora do meu corpo e finalmente parasse de achar coisas onde não tem nada. NADA.
 Não vou negar que estou triste, que faz cinco noites que eu choro e uma delas foi até na tua frente, ao teu lado, você estava bem ali, mas NÃO SE IMPORTOU.
 Eu sempre estive aqui. E isso é o mais doloroso, eu estou sentindo cada dia mais que além de perder um amor, eu estou perdendo um amigo...


( Sumi, vou sumir, talvez eu ainda visite alguns blogs, mas, de verdade, irei vim aqui raramente. Minha vida anda conturbada e eu estou em um caminho meio difícil, as palavras até poderiam ajudar, mas não agora. Devo me melhorar mais e quando eu estiver bem, podem ter certeza que estarei aqui rindo. Um beijo na bochecha de cada um que não esqueceu de mim. Mas hoje, e por esse mês, eu fico por aqui. Ah! Caso queiram me acompanhar diariamente eu estou no tumblr e no facebook . )

De dentro pra fora

abril 23, 2012

 A confusão que se estende entre meus dedos e o sorriso na cara, espelhado nas fotos, é maior que a minha cara a tapas. Eu corroí-me nos papéis que insisto em guardar nos bolsos das minhas calças, a caneta falhou um momento e eu não tive onde me socorrer, além da memória.
 Afinal, eu sou uma colecionadora de lembranças, não é? Não é. Fernanda Oliveira em seu livro Inverso, sabe os caminhos na minha alma. Augusto Cury e Nietzsche nas suas filosofias 'randômicas' e distintas me fazem enlouquecer um pouco na noite obscura. Aí eu lembro da vez que fui esquecida na pista de dança, vozes gritavam alto no palco, pessoas conversavam, riam, se esmurravam ao meu lado. Eu fiquei parada, esperando a pessoa, que disse que voltaria rápido, voltar. Em vão, acabei me achegando perto do palco, olhando pessoas desafinarem. E eu queria fugir dali, fugir de mim.
 Errei.
 Errei nesse ponto outra vez. Esperar demais. Acreditar demais. Achar que o erro não é só meu.
 Mas é.
 A língua parece cortar todas os pensamentos que me passam na cabeça, ao encarar de frente aquela pessoa que eu dizia fazer o diabo a quatro por ela. Eu faria. Eu faço. Mas a corrosão dos pensamentos em mim, indicam para me calar. E deixar seguir. 
 Como sempre faço, não é? É...
 O arriscar parece estar na curva seguinte. E eu encaro a fila de carros prosseguir.
 Suspiro.
 Errei de novo.
 E de novo.
 E me dói. Doeu. Vai doer.
 Mas eu deixo seguir, como sempre faço...

Induzindo-me

março 19, 2012

No meu peito há um fecho. Abri-o algumas vezes durante essas semanas passadas, mais para guardar do que para tirar coisas de lá. Tive encontros e desencontros, até dentro de mim mesma. O silêncio que me circulava, que me circula, me acalentou, fazendo rupturas na pele, me fazendo sorrir.
 Eu amei. Eu me rendi. Eu me desatei. Eu me prendi. A noite pareceu pequena em relação aos nossos dedos entrelaçados. E aquele sorriso no meio da escuridão me pareceu o certo, me pareceu ser aquilo que realmente era pra ser. Eu tive você, e foi você que eu guardei em meu peito.
 Os dias se tornaram estáveis, o meu semblante anuviou-se e eu pude então perceber que podia ser, deveria ser. Só que me recusei a ver os sinais que me eram tão claros, colocando como sempre minha auto-estima pra baixo, mesmo sabendo o quanto sou.
 A realidade cortante das tuas palavras sinceras numa noite dessas, me trouxe um pouco de luz nessa escuridão que me tomava. Meu bem, eu só queria você do lado, meu bem, eu só queria que você abrisse um sorriso e me contasse tudo. Não nesse joguinho lá e cá, onde nem eu percebi a chance passar. Eu queria ter você, apenas isso. E ainda quero.
 Me sinto completamente ferrada com toda essa coisa que pulsa em meu peito. Eu melhorei? Em relação àquele feriado? E eu queria que esses enigmas que insistimos em jogar um na cara do outro, parasse, só pra eu poder olhar bem nos teus olhos e beijar tua boca, só pra isso. Porque pra mim, você seria minha realidade.
 E para, pelo amor de Deus, para com todo aquele melodrama. Eu estou aqui, e quero você aqui.

Eu comecei a me detestar.

fevereiro 14, 2012

 Desculpa mãe, pai, irmã, família e amigos. Mas EU NÃO PRESTO. Eu vivo dizendo que tenho juízo, que sou 'boa', que sou altruísta demais. Mas eu não presto, talvez eu seja uma psicótica de meia categoria e não saiba disso...
 Digo que sou fria, mas sinto demais. Digo que sou cruel, mas me machuco também. Digo que sei lidar com pessoas, mas na maioria das vezes perco a paciência com elas. Digo que não tenho preconceitos, mas acabo tendo preconceito com quem tem preconceito... Digo que quero respeito, que amo a natureza, meus pais, meus amigos... mas eu nem sei ao certo se me amo. Eu acordo, encaro-me por um instante e finjo não saber quem sou, mas é aí que tá, eu sei muito bem quem eu sou, o que sinto, o que quero, e me entendo perfeitamente bem, mas eu fujo de mim, fujo do querer entender-me e acabo nunca admitindo que sei demais de mim.
 Vou repetir novamente EU NÃO PRESTO. Acho que me conhecer foi meu pior erro. Como o Rodrigo disse ( e que se dane, caso eu esteja expondo alguém.) : "Como você quer ajudar as pessoas se nem tu se entende?" Meu querido, meu querido, eu sei fingir muito bem, sei ser forte o bastante, e sei ser fraca também, admito quando erro, e de vez em quando bate um orgulho ou falta de jeito mesmo. Meu querido, talvez eu queira mentir para mim e para os outros dizendo que não me entendo, mas me entendo perfeitamente.
 Eu sou rabiscos, confusão, canetas mordidas, histórias inacabadas, coisas mal resolvidas, eu sou metade do que realmente quero ser, eu amo quando quero, eu ignoro. Mas quando tudo se choca, aí, aí eu não sei como lidar comigo, porquê tudo escapa das minhas mãos, até eu mesma me escapo. Escandalizando, não sendo amiga, brigando, falando merda. E aí fica a dica novamente EU NÃO PRESTO. Ponto final.



Ps. Alguém tem algum layout para me presentear? Estou indo nos blogs ver as atualizações, saudade demais de estar mais presente por aqui gente. Mais presente no blog de vocês também. Explicando um detalhe sobre a postagem anterior : Foi bem dramático, mas eu quis que soasse assim, mas eu estou bem, como acabei desabafando aqui, eu sei lidar comigo e com o que sinto... Me desculpem...

Presa no presente

janeiro 11, 2012


 Tenso seria se eu soubesse o que escrever aqui. Certo, beleza. Não sei. Não sei mesmo. Parece que algo quebrou na minha cabeça. Algo pesado e concreto. Eu. Euzinha
 Perdi-me e encontrei-me diversas vezes, que até cansei. Deitei a cabeça no travesseiro sem conseguir dormir. Fiquei acordada a noite toda. E sabe-se lá o que me deu... acabei me apaixonando. Acho que é a coisa do "não poder ter". Tem hora que eu preciso parar e perguntar 'Que é mesmo que eu tou fazendo?' Quer saber, nem eu sei, talvez seguindo, talvez eu esteja extasiada.
 Ai eu percebi que o ano já acabou, hoje já é 11 e olha lá, é aniversário do Bruno... por que eu tô citando isso mesmo? Poxa, eu nem conheço o Bruno direito... mas ele foi um dos primeiros que vi nas primeiras horas de 01/01/2012. E sabe, abraçar alguém, mesmo aquele alguém que está no seu círculo de amigos, mas você conhece pouco, já é um passo, não é? É. E volto de novo, eu disse que algo quebrou na minha cabeça. Olha aí. Eu citando NOMES , eu nunca faço isso, nunca. "Nunca diga nunca."
 Acho que minha loucura tem nome e sobrenome. Acho que quem quebrou minha cabeça, tem endereço fixo, número de celular e um facebook. Eu não acho não, tenho certeza mesmo.
 Chega ! Caramba, chega. Eu preciso deitar na cama e dormir, isso mesmo, dormir. O silêncio me basta, mas as coisas que povoam minha cabeça - as coisas não, seria melhor dizer v-o-c-ê - me atormentam, não no sentido ruim da palavra, mas de uma maneira que não dá pra desviar... não dá mesmo.
 É, acho que o problema é esse, a minha cabeça quebrou, eu perdi alguém e acabei me apaixonando por quem eu não vou ter. ( Só não vou dizer nunca, porque, bem, porque é como dizem 'nunca diga nunca'.)

 
 
FREE BLOG TEMPLATE BY DESIGNER BLOGS